
O técnico do ASA, Itamar Schülle, comandou o último treino da equipe alvinegra, em Arapiraca, antes de viajar para enfrentar o Ivinhema, do Mato Grosso do Sul, pelo mata-mata da 3ª fase da Série D, na próxima segunda-feira (6), às 20 horas, no Estádio Saraivão, em Ivinhema.
“Tivemos uma semana mais curta, porém trabalhamos de forma competitiva para enfrentarmos uma equipe muito forte e precisamos estar muito atentos para fazermos um grande jogo nessa primeira partida para que a gente possa trazer aqui para o nosso campo, o nosso torcedor, essa final e a nossa classificação que é o nosso sonho”, revela Itamar Schülle.
Ele afirmou que conhece bem o adversário e estará com a equipe preparada taticamente para enfrentar mais um mata-mata, deixando a equipe treinada sobre as variações de formação dentro de campo e que cada um desempenhe bem sua função.
Ao longo da entrevista, Itamar Schülle destacou a possibilidade de ter o zagueiro Cristian Lucca e que o importante é a consciência de cada jogador em se preparar e jogar ou não.
“Essa consciência é de um atleta profissional como o Danilo Mendes e todos aqui sabem que tomamos a decisão baseada não no achismo, mas no treinamento e no que o atleta produz e todos estão tendo a oportunidade de jogar aqui no ASA”, destaca SchÜlle.
O executivo de futebol, Francisco Sales, também conversou com a imprensa e ressaltou a logística do ASA para ir ao estado do Mato Grosso do Sul enfrentar o Ivinhema no primeiro jogo do mata-mata da 3ª fase da Série D.
“Conversamos com alguns o pessoal de outros clubes que foram jogar lá e chegamos a definição de quebrar a viagem, isto é, viajar até São Paulo, depois Campo Grande, dormir lá, e no sábado pela manhã no CT do Pantanal. Viajaremos no sábado à tarde para Ivinhema e faremos uma atividade no campo do jogo no domingo à tarde e fazer uma boa partida na segunda-feira”, disse Sales.
O executivo de futebol falou também sobre a saída do atacante Wandson e possíveis contratações do ASA, em análise das janelas de contratação no futebol.
“A saída do Wandson foi mais prezando pelo bom ambiente que a gente precisa ter aqui no ASA de pessoas comprometidas. A gente entendeu que o ASA não era bom pra ele, então foi feito um comum acordo e temos a confiança dos atletas que ocupam a mesma posição, além dos que chegaram e estão na equipe há mais tempo e temos 5 pra 1, que é um número aceitável e bom para se trabalhar”, explica Sales.