
Sem previsão de acordo à vista, vence nesta quarta-feira (15) o prazo estabelecido pelo Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) para definir sobre a aplicação, ou não, da tarifa adicional de 25% sobre a importação de parte dos produtos brasileiros.

Contribuem para dificultar o acordo tanto a negativa do Brasil de negociar mudanças no Pix quanto a oposição dos Estados Unidos (EUA) em aceitar a redução da sobretaxa que o país impõe ao açúcar brasileiro em troca de mudanças na tarifa do etanol que entra no Brasil.
Apelidada de corolário Trump à Doutrina Monroe, a nova política de segurança dos EUA busca reafirmar a proeminência de Washington no continente frente à ascensão econômica da China.
Usando a Seção 301 da legislação estadunidense, o USTR alega “prática desleal” do Brasil em relação ao Pix, etanol, desmatamento ilegal, entre outros pontos.