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Ministério Público investiga bullying cometido em escola particular de Maceió

As penas podem variar de 2 a 4 anos, além de multa

Por: Redação Fonte: Ascom MPAL
12/03/2026 às 16h53
Ministério Público investiga bullying cometido em escola particular de Maceió
Foto: Reprodução

Após receber denúncia apontando a prática em um colégio particular, situado em Maceió, o Ministério Público de Alagoas (MPAL), via Promotoria de Justiça da Infância e da Juventude, instaurou procedimento para apurar possível omissão do estabelecimento de ensino no tocante às medidas de prevenção, enfrentamento, bem como para a cessão de tais práticas de intimidação sistemática por seus alunos.

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O caso está sendo acompanhado pelo promotor de Justiça Gustavo Arns, autor do procedimento, que também integra o Núcleo de Defesa da Educação (Nuded), do Ministério Público de Alagoas.

“Recebemos em nossa promotoria a denúncia de que uma aluna do colégio estaria sendo submetida a atos de intimidação sistemática, o conhecido bullying, praticados reiteradas vezes, e que a direção, mesmo tomando conhecimento das agressões tinha ficado inerte. A lei diz, categoricamente, que esse tipo de comportamento viola os direitos fundamentais da criança e do adolescente. O Estatuto da Criança e do Adolescente é muito claro ao estabelecer que devem ter direito à dignidade, à educação e a um ambiente seguro, além de serem respeitados e protegidos das violências física e psicológica. E, nós, enquanto Ministério Público, precisamos adotar medidas que façam valer todo esse regramento para banir qualquer tipo de bullying na escola”, destaca o promotor.

Como procedimento apuratório, o promotor de Justiça Gustavo Arns determinou como providências iniciais a notificação do colégio para que, no prazo de 10 dias, apresente informações detalhadas acerca dos fatos noticiados, devendo esclarecer:

Se possui conhecimento das ocorrências relatadas; quais providências foram adotadas para apuração dos fatos; quais medidas pedagógicas, disciplinares ou de acompanhamento foram implementadas em relação aos alunos envolvidos; e quais protocolos institucionais de prevenção e enfrentamento ao bullying são adotados pela instituição.

Requereu, também, cópia de registros internos, relatórios pedagógicos, comunicações realizadas com responsáveis e eventuais documentos relacionados à apuração dos fatos, bem como do protocolo institucional de prevenção e combate à violência escolar.

No decorrer da apuração, poderão ser adotadas outras diligências que se mostrarem necessárias ao esclarecimento da situação.

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