
A ministra Cármen Lúcia foi a última da Primeira Turma a votar pela manutenção da prisão de Jair Bolsonaro. Seguindo os demais companheiros, a ministra votou favorável ao voto do relator, o ministro Alexandre de Moraes, nesta segunda-feira (24).
A sessão foi iniciada às 8h de maneira virtual e, com menos de quatro horas, teve todos os votos depositados. Assim como Zanin, Cármen Lúcia não protocolou voto escrito, apenas acompanhou o relator.
Agora com a unanimidade, Bolsonaro segue preso em cela especial da Polícia Federal em Brasília. As alegações da defesa foram desconsideraradas na decisão.