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Filha que matou a mãe em Arapiraca tem prisão preventiva decretada pela Justiça

Mãe e filha moravam sozinhas no imóvel. Acusada também ameaçou matar a tia e avó para ficar com os bens da família

Por: Redação Fonte: Ascom PCAL
07/10/2025 às 08h16 Atualizada em 07/10/2025 às 14h08
Filha que matou a mãe em Arapiraca tem prisão preventiva decretada pela Justiça
Foto: Reprodução

A Polícia Civil, por meio da 4ª Delegacia Regional de Polícia (4ª DRP) de Arapiraca, informou nesta terça-feira (7), que a jovem, de 22 anos, que matou a própria mãe Jane Maristela de Oliveira, 50 anos, no dia 5 de agosto de 2025, no bairro Jardim Esperança, Arapiraca, teve a prisão temporária convertida em preventiva, após representação do delegado Edberg Sobral de Oliveira, junto ao Poder Judiciário, através da 5ª Vara Criminal da Comarca de Arapiraca.

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Ela acusada de homicídio triplamente qualificado, com emprego de fogo. As investigações foram realizadas pela equipe da delegacia do 53º Distrito Policial de Arapiraca. 

A decisão foi proferida após a conclusão das investigações pela Polícia Civil, que formalizou a representação pela medida extrema, uma vez que as provas apontam indícios suficientes de autoria e a necessidade de garantir a ordem pública.

O risco à ordem pública se justifica pela periculosidade da agente, descrita na decisão como "supostamente violenta, dissimulada e fria".

Durante as investigações, foram colhidos depoimentos que indicam a violência do caso e o risco iminente a outros familiares. Uma testemunha afirmou que a investigada confessou o crime, alegando que "Jesus mandou jogar a própria mãe dentro do fogo".

Além disso, a decisão destaca que a ré manifestou o desejo de matar a tia e a avó materna (idosa), respectivamente, irmã e mãe da vítima. 

O homicídio teria ocorrido supostamente porque a vítima se recusou a dar dinheiro à ré, e esta buscava apropriar-se do benefício assistencial/previdenciário que a vítima recebia do INSS.

O Juízo ressaltou ainda o perigo de fuga, visto que a acusada não possui residência fixa, uma vez que a casa foi destruída pelo fogo, e seus parentes não a querem por perto, havendo risco de ela tentar furtar-se à responsabilização criminal ou sofrer represálias dos próprios familiares.

A decisão foi assinada pelo Juiz de Direito, Dr. Alberto de Almeida, da 5ª Vara Criminal de Arapiraca.

O delegado Edberg Sobral de Oliveira informa que a acusada está presa desde o início das investigações, por força de uma prisão temporária solicitada pela autoridade policial, agora com a decretação da preventiva, também solicitada pelo delegado no final das investigações, a acusada permanecerá presa no Presídio Feminino Santa Luzia em Maceió, à disposição da justiça, inclusive, em caso de condenação, a acusada pode pegar uma pena superior a 30 anos de reclusão, dada as circunstâncias agravantes, causas de aumento e qualificadoras do homicídio cometido contra a própria mãe.

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