
O Comitê de Acompanhamento Técnico iniciou, nesta quinta-feira (2), novas vistorias das áreas adjacentes ao Mapa de Linhas de Ações Prioritárias. O trabalho integra o plano de acompanhamento técnico da região afetada pelo afundamento do solo e deve se estender por aproximadamente três semanas.
As pesquisas de campo contam com o suporte de ferramentas tecnológicas que acompanham a região em tempo real, como o Sistema de Posicionamento Global Diferencial (Differential Global Positioning System - DGPSs). Os instrumentos monitoram o deslocamento do solo em três dimensões, sismógrafos e análises por satélite, que permitem observar deslocamentos e possíveis deformações do solo, entre outros equipamentos. Em complemento, os técnicos utilizam equipamentos em campo, como bússola e fissurômetro.
A metodologia aplicada pelo Comitê de Acompanhamento Técnico, que é a combinação entre tecnologia avançada e instrumentos manuais, é um dos diferenciais dos estudos realizados.
Enquanto os equipamentos digitais oferecem uma visão ampla e atualizada, os manuais permitem observar detalhes que só podem ser identificados no contato direto com o local, funcionando como uma validação indispensável.