
Lewis Hamilton, sete vezes campeão de Fórmula 1, anunciou nesta segunda-feira (29) a morte de seu famoso bulldog francês Roscoe. O animal, que tinha cerca de 12 anos, vinha lutando contra pneumonia e foi colocado em coma, vindo a falecer nos braços do piloto.
Roscoe foi hospitalizado após contrair pneumonia pela segunda vez essa enfermidade já o havia afetado em outras ocasiões.
Durante os cuidados veterinários, Roscoe sofreu uma parada cardíaca os médicos conseguiram reanimá-lo, mas o cachorro permaneceu em coma e em suporte de vida.
Hamilton chegou a cancelar compromissos, como um teste de pneus da Pirelli em Mugello e ainda eventos de moda em Milão, para ficar ao lado de Roscoe nesse momento delicado.
Roscoe faleceu no domingo, dia 28 de setembro de 2025, nos braços de Hamilton. O piloto descreveu que Roscoe lutou “com todas as forças até o fim”, mas infelizmente não resistiu.
Roscoe era presença constante nos paddocks, acompanhando Hamilton nas corridas, com passagens oficiais no circuito, sempre junto ao piloto.
Tinha uma rede social própria, com cerca de 1,4 milhão de seguidores no Instagram, onde compartilhava momentos da rotina com Lewis.
Era um companheiro muito estimado por Hamilton, que descreveu que “trazer Roscoe para a minha vida foi a melhor decisão que eu já tomei”.
A notícia gerou uma comoção entre fãs, colegas de Fórmula 1 e pessoas envolvidas nas redes sociais, muitos tratando Roscoe como um dos rostos familiares do paddock. A Fórmula 1, equipes, e seguidores prestaram homenagens, compartilhando fotos e mensagens de carinho.