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Foto: Agência Businnes[/caption]
Sob a promessa de investimento de R$ 7 bilhões na produção de gás biometano, o Governo Federal assinou ontem, 21, a portaria que cria o Programa Nacional de Redução de Emissões de Metano, o Metano Zero. A ideia é que por meio dele haja fomento à produção e à aplicação do biocombustível no país.
O ministro de Minas e Energia, Bento Albuquerque, também assinou na segunda-feira a portaria que inclui investimentos em biometano no Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento de Infraestrutura (Reidi).
A portaria isentará novos projetos da cobrança de PIS/Cofins para aquisição de máquinas, materiais de construção e equipamentos. Contribuirá, segundo as projeções do governo, para a construção de novas fábricas de produção do biocombustível, ampliando a oferta. A medida também estimula as vendas de veículos equipados com motores movidos a biocombustíveis.
“Estamos dando novo passo para a consolidação de um mercado aberto e competitivo que buscamos, ao proporcionar aos investidores de bioenergia a mesma condição de que já dispunham os produtores de gás natural”, afirmou Albuquerque.
De acordo com o governo federal, a inserção do biometano vai viabilizar a instalação de corredores verdes para abastecimento de veículos pesados, com impacto na redução de emissões de gases de efeito estufa. O total de investimento previsto é superior a R$ 7 bilhões, com geração de pelo menos 6,5 mil empregos, na construção e operação das novas unidades.
O programa envolve o fomento para a construção de 25 usinas de biometano em seis estados: São paulo, Rio Grande do Sul, Santa Catarina, Goiás, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul.
Com informações da Agência Brasil