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Ascom Semas[/caption]
Na sede do Cadastro Único no bairro Serraria, o movimento de pessoas era grande no dia de ontem (11). Muitos usuários procuraram a unidade para atualizar as informações do CadÚnico, o que é preciso fazer a cada dois anos. A conta feita pela coordenação mostra que 76 mil pessoas precisam atualizar o cadastro em Maceió.
Uma das beneficiárias, a dona de casa Roseli Maria da Silva, 45 anos, apesar de morar no Jacintinho com o esposo e o filho de seis anos de idade, preferiu agendar o atendimento na sede do Cadastro Único para fazer a atualização.
“Já tinha passado do dia e eu vim atualizar, porque eu não tenho emprego e vivo com os R$ 400,00 do Auxílio Brasil. Eu acho melhor aqui, eu gosto do atendimento e sempre atualizo o cadastro aqui na sede”, conta.
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Fotos: Ascom Semas[/caption]
Além da sede do Cadastro Único, os usuários que não atualizaram as informações até janeiro de 2020 podem procurar os 16 Centros de Referência da Assistência Social existentes em Maceió e o Centro de Atendimento Socioassistencial, conhecido como CASA, na praça da Faculdade. Acesse aqui a matéria com os endereços dos pontos descentralizados do CadÚnico.
A dona de casa de 46 anos, Josefa Maria Pereira, há 25 anos mora com a filha, que a acabou de concluir o nível médio, no bairro São Jorge, bem próximo ao equipamento social. Ela procurou o Centro de Referência de Assistência Social, Cras Bela Vista, para atualizar o Cadastro Único e continuar recebendo o Auxílio Brasil, no valor de R$ 400,00.
A última vez que Josefa fez a atualização foi há dois anos, em janeiro de 2020. “É para ficar tudo em dia e para não ter problema de ficar bloqueado. Estou desempregada e preciso desse dinheiro”, revela.
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Foto: Ascom Semas[/caption]
O coordenador do Cadastro Único, Diogo Santos, explica que a atualização deve ser feita seguindo o final do Número de Inscrição Social, o NIS, que vai de zero a nove. Ele diz que objetivo da criação do calendário de atualização é diminuir o impacto das filas nas unidades.
“As pessoas que fizeram o NIS ou então passaram pela última entrevista até janeiro de 2020, são aquelas que precisam e vão ter prioridade no atendimento para atualização. Se não houve mudança na composição familiar, não tem que retirar ou incluir ninguém, nem houve mudança na renda, o usuário pode aguardar o calendário porque não vai sofrer nenhum tipo de prejuízo em relação ao recebimento dos benefícios sociais”, informa Diogo.
O coordenador aconselha que os usuários podem se dirigir a uma das 17 unidades descentralizadas do Cadastro Único na capital. “É importante que cada pessoa procure o Cras do seu território para não estar aglomerando, tendo em vista que a gente ainda está na pandemia e com esse vírus novo da gripe. Com o calendário de atualização, a gente vai poder diminuir as filas e ainda fazer com que as pessoas entendam que não precisa dormir em fila nem vir no dia anterior pegar ficha”, enfatiza Diogo.
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Divulgação[/caption]
Cícero Rogério/Ascom Semas