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Unidades sentinelas de síndromes gripais fazem vigilância de vírus que circulam em Alagoas

Unidades sentinelas de síndromes gripais fazem vigilância de vírus que circulam em Alagoas

Por: Patrick Rocha
30/12/2021 às 09h12 Atualizada em 30/12/2021 às 12h12
Unidades sentinelas de síndromes gripais fazem vigilância de vírus que circulam em Alagoas
Foto: Carla Cleto

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As unidades definidas como sentinelas para vírus respiratórios em Alagoas servem como fonte de informação para possibilitar a vigilância dos vírus respiratórios que estão circulando no Estado, por meio da identificação desses vírus. Os casos de síndromes gripais estão sendo atendidos em todas as unidades de saúde, sejam Unidades Básicas de Saúde (UBS), Unidades de Pronto Atendimento (UPAs) ou Pronto Atendimentos e Policlínicas de todos os municípios, como sempre foi feito, principalmente por ocasião da Covid-19.

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Com o aumento dos casos de síndromes gripais em Alagoas, a Sesau, junto com a Secretaria Executiva de Ações de Saúde (Seas) e a Superintendência de Vigilância em Saúde (Suvisa), elaborou uma nota técnica com o objetivo de orientar os profissionais dos diferentes níveis da atenção à saúde para que se mantenham em alerta quanto à identificação precoce de casos de Síndrome Gripal, possibilitando a implementação de medidas que tenham como finalidade quebrar a cadeia de transmissão.

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Em Maceió, as UPAs Cidade Universitária e Jaraguá foram definidas como unidades sentinelas, especificamente para o envio de amostras biológicas aleatórias. Além delas, também foram definidas as UPAs Arapiraca, Maragogi, Penedo, Delmiro Gouveia, Palmeira dos Índios, Viçosa, São Miguel dos Campos, Coruripe e Marechal Deodoro.

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O superintendente estadual de Vigilância em Saúde, Herbert Charles, esclarece que para os casos graves, ou seja, internações ou óbitos por Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), há coleta de amostra, mas para casos de síndromes gripais não há coleta de amostra para Influenza, pois o diagnóstico é apenas clínico. “Assim, para fins estritamente epidemiológicos, fazemos vigilância de vírus respiratórios, cujas amostras são colhidas aleatoriamente apenas nas unidades que definimos como sentinela para essa Vigilância. Essas amostras são quantitativamente cinco por semana, ao longo de todo o ano. E não há emissão de laudo, pois não será utilizado para fins clínicos”, explica Herbert Charles.

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O monitoramento epidemiológico é realizado por meio de coleta de amostras clínicas de nasofaringe e encaminhamento, pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), ao laboratório de referência nacional para pesquisa de vírus respiratórios, além da notificação e registro desses casos. A nota foi feita junto com a Gerência de Vigilância e Controle de Doenças Transmissíveis (GVCDT), com o Centro de Informações Estratégicas e Resposta em Vigilância em Saúde (CIEVS), com a gerência do Lacen e com a Assessoria Técnica de Doenças Imunopreveníveis e Vacinação (ATI).

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Agência Alagoas

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