Terça, 22 de Setembro de 2026
21°C 29°C
Maceió, AL
Publicidade

Mesmo abaixo da média nacional, endividamento das famílias de Maceió continua alto

Mesmo abaixo da média nacional, endividamento das famílias de Maceió continua alto

Por: Paulo Rocha
19/12/2021 às 05h37 Atualizada em 19/12/2021 às 08h37
Mesmo abaixo da média nacional, endividamento das famílias de Maceió continua alto
Assessoria

Indicador marcou 68,5% na capital alagoana, enquanto a média do país é de 75,2%

Continua após a publicidade

[caption id="attachment_19243" align="aligncenter" width="786"] Assessoria[/caption]

Na contramão da tendência nacional, o nível de endividamento do maceioense mostra sinais de contração. Depois de crescer quase 20% entre os meses de maio e outubro, o indicador caiu 2,5% entre outubro e novembro, como aponta a Pesquisa de Endividamento do Consumidor (PEIC) realizada pelo Instituto Fecomércio AL em parceria com a Confederação Nacional do Comércio de Bens, Serviços e Turismo (CNC).  Com o recuo, o nível de endividamento encontra-se similar ao de agosto passado.

Em termos nacionais, a pesquisa da CNC sinaliza que o nível de endividamento das famílias brasileiras chegou a 75,6%, em novembro, com inadimplência acima dos 26%. Em Maceió, embora com percentuais menos expressivos, mas preocupantes da mesma forma, o endividamento marcou 68,5%, com inadimplência estável em 19,3% (mantém-se na faixa de 19% há quatro meses).

Na comparação mensal (out./nov.), em números absolutos, 5.327 famílias saíram do patamar de endividados, saindo de 213 mil para 208 mil, enquanto a quantidade de famílias com dívidas em atraso acompanhou o movimento de estagnação. Com isso, mais 182 famílias ingressaram no grupo de inadimplentes no último mês, totalizando 58.659 famílias, quando, em outubro, correspondia a 58.477.

O assessor econômico da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Alagoas (Fecomércio AL), Victor Hortencio, ressalta que é importante frisar que, mesmo tendo recuado, o endividamento das famílias continua em alta e, em termos anuais, cresceu 6,9% (nov.20/nov.21). “Esse movimento de alta não se repete quando analisamos as subcategorias de ‘endividados com contas em atraso’ e dos que ‘não terão condições de pagar’, que continuam abaixo dos níveis vistos em novembro do ano passado, com 6,7% e 44%, respectivamente”, avalia.

Ainda de acordo com a pesquisa, 54,4% das famílias que possuem dívidas comprometem 30,3% da renda com o pagamento de compras parceladas num período de três a seis meses. “Sempre é importante frisar que o nível considerado sadio para o comprometimento de renda é de, no máximo, 30% dos ganhos familiares”, enfatiza o economista.

Pela praticidade de acesso, o cartão de crédito permanece de forma quase absoluta como o principal meio de endividamento, com 98,7% de uso – a média nacional para esta modalidade é de 85,2%. E como as dívidas podem ter fontes de origem diferentes, aumentou a procura por carnês, chegando ao percentual de 28,5% na carteira de endividamento das famílias.

Fonte: Fecomércio

* O conteúdo de cada comentário é de responsabilidade de quem realizá-lo. Nos reservamos ao direito de reprovar ou eliminar comentários em desacordo com o propósito do site ou que contenham palavras ofensivas.
500 caracteres restantes.
Comentar
Mostrar mais comentários
Maceió, AL
28°
Parcialmente nublado
Mín. 21° Máx. 29°
30° Sensação
4.63 km/h Vento
61% Umidade
0% (0mm) Chance chuva
05h12 Nascer do sol
17h18 Pôr do sol
Quarta
27° 23°
Quinta
27° 24°
Sexta
27° 24°
Sábado
27° 24°
Domingo
28° 23°
Publicidade
Publicidade
Economia
Dólar
R$ 5,12 +0,16%
Euro
R$ 5,86 -0,08%
Peso Argentino
R$ 0,00 +0,00%
Bitcoin
R$ 465,764,54 -0,90%
Ibovespa
185,753,66 pts -0.45%
Publicidade
Enquete
...
...
Publicidade