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Delegado dá detalhes de assassinato de professor da Ufal

Delegado dá detalhes de assassinato de professor da Ufal

Por: Patrick Rocha
20/09/2021 às 15h16 Atualizada em 20/09/2021 às 18h16

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A Secretaria de Segurança Pública de Alagoas (SSP), por meio da Polícia Civil,  realizou nesta segunda-feira (20) uma coletiva de imprensa para dar mais detalhes sobre as investigações do assassinato do professor José Acioli da Silva Filho, de 59 anos. Seu corpo foi encontrado na casa onde morava, no bairro do Jaraguá, na última quinta-feira (16). O suspeito de cometer o homicídio e roubar diversos pertences da vítima foi preso no Benedito Bentes no dia seguinte.

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Segundo o delegado Ronilson Medeiros, coordenador da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), da Polícia Civil, as investigações apontam que José Acioly mantinha um relacionamento há cerca de 15 dias com o criminoso.

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Através do trabalho do perito médico legista, Kleber Santana, da Perícia Oficial de Alagoas, foi possível constatar que a vítima foi ferida com golpes de um instrumento perfuro-cortante em diversas regiões do corpo, inclusive nas parte íntimas, mas que a morte foi causada por estrangulamento por asfixia.

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Ainda segundo o delegado, o criminoso furtou diversos bens do professor, entre eles um carro, que foi localizado no bairro de Guaxuma por meio de sistema de monitoramento OCR, da Polícia Rodoviária Federal (PRF).

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Com essa informação, as equipes da Polícia Civil conseguiram seguir o veículo e realizaram a interceptação no Benedito Bentes, parte alta de Maceió, onde o mandado de prisão foi cumprido. Um adolescente de 17 anos, irmão do indivíduo, também foi detido nessa ação, mas foi liberado por não ter provas de seu envolvimento no crime.

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Durante a coletiva o delegado ressaltou que, até o momento, o caso se enquadra como crime de homofobia. “Ele não se contentou em matar a vítima, ele ainda torturou, fato relevante que mostra que esse tipo de crime não pode ficar impune, pela circunstância que aconteceu”, explicou.

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Também esteve presente na coletiva o delegado Valter Nascimento, diretor da Gerência de Polícia Judiciária da Região 2 (GPJ 2). O caso segue sob investigação da Polícia Civil na Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).

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Ascom PCAL

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