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Ministérios Públicos apuram agressões contra pessoas em situação de rua durante prévias de carnaval

Ministérios Públicos apuram agressões contra pessoas em situação de rua durante prévias de carnaval

Por: Patrick Rocha
07/03/2025 às 10h04 Atualizada em 07/03/2025 às 13h04
Ministérios Públicos apuram agressões contra pessoas em situação de rua durante prévias de carnaval
Foto: Ascom MPF

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O Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público de Alagoas (MP/AL) promoveram uma reunião com representantes do movimento de pessoas em situação de rua, da Justiça Federal em Alagoas (JFAL) e do Programa Nacional de Proteção de Defensores de Direitos Humanos, vinculado ao Ministério dos Direitos Humanos e da Cidadania (MDHC), para formalizar as denúncias de agressões policiais ocorridas durante o Jaraguá Folia, no último dia 21 de fevereiro.

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Na ocasião, integrantes do movimento participaram do primeiro Bloco da Inclusão da População em Situação de Rua de Maceió, chamado “Pule de Boa”, que foi organizado com recursos arrecadados pelos próprios participantes, com apoio da Prefeitura. O evento, que simbolizava uma conquista histórica para a visibilidade e o respeito às pessoas em situação de rua, foi interrompido por violência policial.

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Participaram da reunião, pelo MPF, o procurador regional dos direitos do cidadão, Bruno Lamenha; pelo MP/AL, a promotora de Justiça dos direitos humanos, Alexandra Beurlen; e pela Justiça Federal, o coordenador do Comitê Pop Rua Jud, juiz federal Antônio José Araújo.

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Entre as vítimas está Rafaelly Machado, coordenadora nacional do movimento de pessoas em situação de rua, que foi severamente agredida física e verbalmente por policiais. Testemunhas relataram que, além da violência física, Rafaelly foi insultada por sua orientação sexual, identidade de gênero e por sua atuação como defensora dos direitos humanos. Andrezza Lima, também integrante do movimento e presente à reunião, foi agredida com cassetetes e spray de pimenta.

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Segundo os relatos, após as agressões, os policiais permaneceram no local para intimidar os participantes. Rafaelly denunciou que passou a receber ameaças, teve sua casa monitorada por veículos suspeitos e precisou restringir suas atividades por medo de novas agressões.

Ascom MPF

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